terça-feira, 30 de julho de 2013



Chego ao monte e sinto um aroma extremamente familiar e reconfortante.

O calor do Verão envidencia os cheiros da minha infância, e no ar consigo sinto uma mistura de poeira, com figos e amoras.

Passado todo este tempo é que descubro o quão especiais são para mim os cheiros do sitio que me viu crescer.

Farta da cidade, são cada vez mais as vezes que vou ao Alentejo e não me apetece voltar.

A vontade que tenho de me dedicar às àrvores que tantas vezes deram sombra às minhas brincadeiras, à terra que tantas vezes pisei, à casa onde cresci, ganha uma enorme dimensão.

Não consigo imaginar o meu futuro noutro lugar.

Não há sitio nenhum que me transmita mais serenidade, e que me dê vontade de assentar raízes.

Um dia vou conseguir voltar, e quando esse dia chegar, não precisarei de mais nada para me sentir feliz a 100%.

Sou demasiado apaixonada pelo campo, pelas suas gentes, pela forma como lá vida corre leve, levemente.

E apesar dos musculos doridos de podar as àrvores, sei que podaria àrvores para o resto da vida, se fosse isso o necessário para voltar ao sitio que mais me fascina.

quarta-feira, 24 de julho de 2013


Ao fim de 6 anos na capital, consigo chegar a casa e sentir-me em casa!
E desta feita com um bónus extra no seu interior: o amor!
Depois de muita arrumação, de muitas obras, muita limpeza, muita organização e reorganização, e com muito esforço e dedicação da nossa parte (há que ter em conta que a meio do processo chegou o 3º elemento lá de casa, o nosso cão Bob) é com muito orgulho que damos o nosso ninho como pronto.
É claro que faltam alguns promenores, mas estou super contente com a nossa casinha renovada.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dica:



...quando se lê, aprende-se muito :) !

sexta-feira, 19 de julho de 2013

"Não sou nada.

Nunca serei nada.

Não posso querer ser nada.

À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. "

Tabacaria, por Álvaro de Campos

quinta-feira, 18 de julho de 2013

E quando o amor já não cabe no coração...



...muitas coisas boas podem acontecer!
Aguardo com muita expectativa o desenrolar dos próximos capitulos!

quarta-feira, 17 de julho de 2013


A mesma história é repetida na boca de várias pessoas.
Eu timidamente sorrio, bato as pestanas, escondo um pouco a cara no ombro, mas não me alongo muito.
Os que de facto me conhecem bem, talvez consigam descodificar-me sem grandes dificuldades.
Mas na verdade tem um imenso mar de borboletas e emoções dentro de mim.
Sem levantar o pano, e mesmo com algum nervosismo, fico entusiasmada quando entre familia e amigos o assunto vem à baila, e deixa-me muito feliz saber que não estou sozinha... muito pelo contrário, nunca estive tão bem acompanhada!





Já faz algum tempo que compreendi que a felicidade não é constante, e que a vida está cheia de altos e baixos, e por isso já não me lamento, ou faço por evitá-lo, quando a vida não me corre da melhor maneira.
Acredito sempre que depois da tempestade virá a bonança, pelo que em vez de me lamentar fico à espera da fase boa.
De qualquer forma confesso que já sentia saudades de uma fase muito feliz, como esta que estou a viver agora.
Ultimamente tenho reencontrado uma série de bons e velhos amigos, e a minha agenda tem andado mais ocupada com estes agradáveis convivios.
Não tenho muitos amigos, mas posso orgulhar-me muito daqueles que tenho.
Cada um tem um lugar muito especial no meu coração, e sei que estaremos sempre disponiveis uns para os outros sempre que for necessário.
Ontem aquando da mais um jantar animado, fiquei a saber que o meu melhor amigo, que anda "emigrado" há algum tempo, vai voltar para ficar, o que me deixou super feliz!
Sempre fomos muito próximos, mesmo aquando da sua estadia lá fora, mas é completamente diferente podermos estar juntos quando queremos, em vez de nos vermos duas vezes por ano.
Deixa-me tranquila saber que haverá mais alguém muito importante para mim nesta cidade, da qual me farto vezes sem conta.


Welcome back Joaquim.