terça-feira, 19 de outubro de 2010

Vai-te embora nuvem

Anda uma nuvem escura a perseguir-me.
Sei que atrás dela está escondido o Sol...
Já lhe pedi com todo o jeitinho que me deixasse em paz.
Mas ela insiste em ficar e eu não percebo porquê.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

...voltei


Porque quem é vivo sempre aparece... Cá estou eu!
Volto serena, cheia de sonhos e projectos.
Dia após dia, a certeza de que a familia e os amigos valem ouro aumenta.
Filtro a minha vida.
Guardo o que me é vital, essencial e tudo quanto ao resto, peço ao vento que lhe dê um destino.
Crio raízes com o objectivo de não viver (tanto) nas nuvens.
Cada acordar traz-me a vontade de ser e fazer melhor.
Vivo de emoções de afectos, sempre fui assim.
Resguardo-me, guardo-me, escondo-me, gosto de ser discreta.
Sou dou de mim, a quem o merece.
Não gosto (nem quero) que os outros saibam tanto de mim, quanto eu.
A visão ainda não alcança o fim do caminho, ainda nem se quer chegou ao cruzamento.
Deixo que o meu coração me guie.
Confio nele.
Onde quer que ele me leve vou estar bem.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Doce viagem ao passado




Escrevo aquilo que não consigo dizer, quando tu me dizes aquelas coisas tão bonitas. Mas a verdade é, que nesses momentos, fico tão embaraçada, que não consigo falar. Juro que tento e muitas vezes penso "fogo, sou a pior... diz qualquer coisa, qualquer coisa, mas o quê?", mas sinto-me tão corada, que mal consigo olhar para ti e quando olho desato-me a rir (geralmente isto acontece-me sempre que fico nervosa).
Nunca pensei que estes fins de semana se revelassem nisto.
Sim, eu também sempre te achei graça, e muita para que fiques a saber.
E ainda hoje não consigo perceber que entravadinha me deu há 3 anos.
Os teus mimos são qualquer coisa... E tu nem imaginas o bem que me sabe estar contigo, mesmo sem estarmos a fazer nada de especial, falo das idas a praia, das compras dessas cenas assim do quotidiano habitual...
E juro por tudo o que há de mais sagrado que o primeiro fim de semana que aí fui, fui sem qualquer tipo de segunda intenção... porque à parte do resto, gosto muito de ti e da tua companhia. E no segundo fim de semana também foi assim.
Mas habituaste-me mal. Desta última vez fui levar-te o que era teu, mas também fui para te ver. Estava com saudades tuas.
As semanas de trabalho agora passam tão devagar...
Todos os dias tenho vontade de te ver, e à noite, quando me deito, sem nunca te ter tido na minha cama sinto a tua falta. Não tenho quem me faça cafunés, não tenho a quem me abraçar. Adoro dormir contigo, mergulhar no doce do teu abraço e ficar ali, a respirar-te por cada poro, até adormecer ao ritmo da tua respiração.
Sinto-me segura, protegida, e sei que quando estou contigo não preciso de me preocupar com nada, porque estou tão bem...
Não quero pensar muito nisto, nem no que virá, pois o que tiver de ser, será!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Férias



Este Verão ainda não tive férias.
E achava que me estava a aguentar à bomboca, mas a 9 dias das minhas ricas férias sinto-me a fraquejar, a ir a baixo, ao ouvir certas coisas as quais posso, mas devo responder tenho de fechar as mãos e fazer muita força para não chorar.
Estou com saudades do Alentejo, com falta de mimo, e digamos que o meu Verão não foi assim tão passivo, e depois de ter sido forte durante muito tempo, sinto que preciso do descanso que aí vem mais do que nunca!

Isto é que foi dormir!



Depois de na noite passada só ter dormido duas horas, depois de um dia de sofrimento devido à ressaca, ontem ao chegar a casa fiz uma sopinha, as 20h já tinha jantado e a seguir resolvi fazer a maratona do sono. Das 20h às 00.15 no sofá e depois até as 7.30 de hoje na caminha. Belo soninho. Mal consigo abrir os olhos de tão inchados que estão!
Já estou como nova!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Já chega


Não beberei mais alcool.
Pelo menos até me esquecer desta terrível ressaca.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

00:45 - Uma boa hora para se caçarem osgas


De domingo para segunda-feira não dormi lá grande coisa. Habituaram-me a adomercer com mimos, agora quando durmo sozinha é uma chatice.
Então ontem ao chegar a casa do trabalho, atirei-me para o sofá e fiz uma valente sexta até as 21.20. Eu sou alentejana, não brinquem, além o regresso deste bafo de bode deu cabo de mim.
Depois de acordar fiz alguns telefonemas, jantei e lembrei-me que podia redecorar a minha sala e mudar muitas coisas.
A meio da mudança numa ida à cozinha vi uma cena igual à imagem a dirigir-se para o meu quarto. Entrei em pânico! Sozinha em casa, apenas com a Sári e o Ruca (a minha gata e o gato da Dani que foi gozar as folgas para Leiria). Fui buscar uma vassoura, chamei os gatitos e fechei a porta do meu quarto. Pus-me de pé em cima da cama porque estar no chão ao mesmo nível do bicho estava a assustar-me não fosse aquela coisa horrivel trepar-me as pernas. Só depois de muitos gritos e muitos saltos em cima da cama de vassoura na mão é que reparei que, visto que o meu estore estava levantado, tinha a vizinhança toda a assistir aquele bonito espectaculo.
Muito a custo lá acertei no rabo do bicho. Só esqueci-me que este bichos sem rabo continuam vivos. Então pareceia que tinha uma rã no quarto que em vez de saltar andava. Mais 15 minutos de luta e lá lhe acertei na tola. Eu não a queria matar, mas não tive outra solução.
Pronto escusa de me perguntar o que faço sozinha em casa as 00.45 de uma segunda-feira. Já sabem que a resposta é: dedico-me à caça de osgas.