quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Trio de Odemira!


Ontem foi dia de Trio de Odemira. "Trio de Odemira" foi a designação adoptada pelas três pessoas presentes na fotografia ao lado no seu primeiro ano de faculdade. Conheciam-se da escola da terrinha e da borga. E nesse ano além de terem entrado todas para a mesma faculdade, andavam as 3 sempre juntinhas. Foram os tempos de estar na esplanada da FCSH até ficar de noite, os tempos do Jamaica, do Europa, do Fredinho. Os tempos de ficar a ressacar um dia inteiro em Caselas. Os tempos de Odivelas e depois do Campo Pequeno. Os tempos do Budah e do Diogão. O tempos do cachimbo de água com alcool etilico. Os tempos dos "collanderes". Jantaradas todos os dias. Vinho a partir do meio dia. Moscatel com fartura. Canja de pacote a todas as refeições. Noites e noite seguidas em que partilhava a minha cama com mais estas duas alminhas.
passados quase 3 anos, foi muito bom estar com as minhas meninas ontem e rirmo-nos horas a fim sem percebermos muito bem porquê. A vocês as duas meus docinhos, que estão cheias de projectos e têm a possibilidade de os por em prática só vos desejo a maior sorte e todo o sucesso do mundo. E na Irlanda, na Holanda, em África ou até no Cú de Judas, lembrem-se que sempre que for preciso alguma coisa o Pato 'tá ca sempre!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ás vezes...


...quando estou sozinha, perdida dentro de mim, sem nada que pensar, sem nada que fazer vens-me a memória e fico ali por breves instantes a pensar naquilo que podíamos ter sido sem ter vontade e necessidade de o ser neste momento da minha vida.
Marcaste-me e não há nada que eu possa fazer contra isso. Gostava de saber o que poderia ter acontecido se não me tivesse retraído, se não tivessemos ficado por ali.
Acho que ainda hoje consigo cheirar o teu perfume e sentir a tua pele. Talvez tenha sido assim "tão memorável" por ter sido tão louco. E embora eu pense nisso de vez em quando, sinto-me muito feliz por tudo ter ficado onde ficou e hoje sermos quem somos um para o outro.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A "Cozinha dos Ganhões"...



...é já este fim de semana!

Trata-se "um certame que, ao longo dos anos, se tem vindo a afirmar no contexto cultural e económico da nossa região (Estremoz), estando já enraizado na memória colectiva dos Estremocenses e daqueles que anualmente nos visitam em finais de Novembro, com o objectivo de experimentar os sabores e os saberes do nosso património gastronómico."

Também conhecida por "Tasquinhas" é um festival gastromónico onde se encontra toda a gente da terra e que tem animação nocturna depois. Aconselho toda a gente a ir. A Cozinha dos Ganhões é um fim de semana daqueles inesqueciveis cada ano!
Então vou para o Alentejo sábado à tarde, tirei a segunda de férias, e assim sendo só regresso à capital na terça.
Gosto de fins de semana prolongados no Alentejo. Sobretudo quando é Inverno. Sabe tão bem ver um filme com os meus pais ao quentinho da lareira, com os mimos deles e da minha mana mais nova...
Estou mortinha para que chegue sexta e fartinha desta confusão de capital.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ontem estive...


...com a minha estrelinha. Há imenso tempo que não tinha um bocadinho assim com ela.
Muitos tentataram fazer com que eu não acreditasse no brilho desta minha estrelinha. Mas eu tenho os meus principios e os meus ideais. Criei uma tabela na minha cabeça com aquilo que para mim é e não é correcto. E se há coisa feia é sermos influenciáveis. Deixar que as ideias de alguém tomem conta das nossas, sem "investigarmos" se o outro tem razão,é tão mau!...
Pois bem estrelinha eu acredito em ti e como ontem te disse, posso não te conhecer muito bem mas tenho a perfeita noção que conheço uma parte de ti bem bonita. Gosto imenso de ti! Gosto imenso de conversar contigo, das gargalhadas que me provocas. Espero de coração que amanhã brilhes ainda mais que hoje e que depois de amanhã alguém que de facto te mereça se deixe envolver pelo teu brilho e que juntos iluminem o mundo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Há coisa de mês e meio...


...fui ao Amoreiras e fiquei chocada ao ver já expostas a decorações de Natal. Isto porque tanto eu como o resto das pessoas que lá estavam vestiam t-shirts, saias, calções e chinelos e na minha cabeça Natal não cola com roupa de Verão. Eu sei o que o Natal no Brasil é passado a trabalhar para o bronze, mas nunca tive um Natal assim e por isso só esta semana consegui de facto sentir que o Natal está aí à porta, devido ao frio que já se faz sentir.
Não, não contos os dias para o Natal, não conto as prendas que recebo, não fico triste se recebo pouca prendas, nada disso. Para mim o Natal é amor. Amor de pais, amor de irmãos, amor de amigos. É a data em que dou graças por poder ter quem amo perto de mim. Adoro as reuniões de mãe, manas e sobrinhas na cozinha antes da consoada, com uma a por a mesa, com outra a cortar pão, com as pequenas a provarem os doces com os dedos, com a mãe a tomar conta do bacalhau e dos grelos. Adoro jantar na noite de 24 de Dezembro com o meu pai à minha frente, os dois à cabeceira, com a minha mãe ao seu lado esquero, com a minha mana mais nova entre mim e ela, e do meu lado esquerdo a minha mana e as minhas sobrinhas. Adoro ver como aquela sala de jantar fria que é raro ser ultilizada apenas por nós de um momento para o outro se transforma num espaço tão agradável, quentinho, decorado pela minha mãe e iluminado por trémulas velas de mil cores. Adoro ver a excitação das mais novas para irem abrir a prendas. Adoro os abraços, os beijinhos, os "obrigados". Adoro comer Broas Castelares como se não houvesse amanhã enquanto não se abrem as prendas. Mas o que mais gosto? É mesmo montar os brinquedos depois das pequenas abrirem as prendas.
E por estar assim com o meu coração cheio de pó de Natal, hoje vou vestir um casaco quentinho, pegar no meu cachecol, pegar no meu amor, e quero ir à Baixa e ao Chiado (que afinal é o sitio onde a nossa história começou) e quero ver a agitação das pessoas, as decorações de Natal e comer umas castanhas quentes... e boas!

Hoje acordei...


...completamente neurótica. Apetece-me pegar em meia-dúzia de trapos e desaparecer de preferencia para um resort do outro lado do mundo. E sabem que mais? Não consigo perceber porquê!
Talvez seja um culminar de cansaço+tédio no trabalho+tédio na vida social+pouco dinheiro+falta de televisão em casa+umas coisinhas.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Custou...


...mas já está!
Na sexta-feira saí do escritório e fui para a casa nova dar os retoques finais (lavar a casa de banho e arrumar aquilo que pude arrumar) e receber os móveis do Ikea. Depois fui para a casa velha empacotar aquilo que faltava e em duas viagens consegui mudar todas as minhas coisas, à excepção de um baú cheio de malas e da minha cafeiteirazinha!
Deitei-me por volta das 3 da manhã e às 9 de sábado já me estava a levantar. Fui ao Continente comprar umas coisitas e voltei para casa para me dedicar à montagem dos móveis. Comecei por volta das 15.30h e só acabei por volta da meia-noite e tal. Contei com a preciosa ajuda da Matilde e foi um dia daqueles para esquecer tal não era o cansaço (montámos duas mesas de cabeceira, uma cómoda, um roupeiro e um sofá) e os ataques de riso repetidos.
Domingo foi limpar e dar o verdadeiro toque final. E ontem já pude receber a minha mana e as minhas sobrinhas para jantarem connosco.
Não tenho tudo, mas tenho um espaço só meu com o essencial e só sinto falta de uma coisinha: televisão.