- os carros mais recentes não têm piscas? (se tiverem, raros são os condutores que as usam)
- os telemóveis desactivam os piscas? (são várias as vezes em que o totó do condutor à minha frente muda de direcção sem sinalizar, e geralmente está sempre ao telemóvel.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Dúvidas???
tenho duas dúvidas:
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Como é bom ter amigos
Ontem a meio de uma tarde atribulada, o meu telémovel começou a tocar, e nem queria acreditar quando vi quem me estava a ligar: o meu querido amigo Z.
Os meus primeiros dois anos em Lisboa, foram raros os dias em que não estive com ele.
É das pessoas mais especiais que conheço, que vive de emoções e ligações fortes como eu.
Há quase 4 anos foi morar para fora, pela falta de oportunidades no nosso país e deste então falamos pouco, e só o vi umas duas vezes, mas é incrivel como de cada vez que falamos é como se não tivesse passado quase tempo nenhum desde a última vez.
Às vezes sinto-me triste, e mesmo revoltada por esta vida de adulto não nos permitir estar tanto tempo com a familia e amigos.
E neste caso custou-me a partida dele, porque é alguém que sem dúvida alguma acrescenta alegria à minha vida, e não o posso visitar naqueles minutos que consigo ter disponiveis.
Mas é tão bom, ainda que longe, ter amigos assim!
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Hospital Público VS Hospital Privado
Nem 8, nem 80.
Nada mais me irrita quando recorremos a uma entidade de saúde pública, em que uma pessoa já se encontra fragilizada, e é atendida por pessoas que fazem a admissão arrogantes, antipáticas, que nos transmitem a sensação de que estão a fazer um enorme frete para nos atenderem.
Dá-me vontade de lhes dizer:
Como deve calcular, não venho aqui passear ou porque me apetece, estou aqui porque estou doente. Disso não tenho culpa, nem tenho culpa de o(a) senhor(a) não receber o ordenado que prentende, eu também recebo um salário muito abaixo daquilo que é praticado na área em que trabalho e não é por isso que trato mal o público com quem lido diariamente.
Quando se recorre a uma entidade de saúde privada, os colaboradores que andam todos fardados, maquilhados, demasiadamente perfumados, até nos dizem bom dia, e às vezes até são atenciosos, e são tão alegres e bem dispostos entre eles quando nos atendem, que ontem vi jeitos de me armar em justiceira e chamar à atenção todos aqueles meninos:
Pessoal, estamos num hospital, já pensaram que com a vossa excessiva boa disposição podem estar a faltar ao respeito a todos os pacientes que se encontram nesta sala?
Estou farta da pobreza em que este país se tornou e, neste momento nem me refiro às dívidas públicas e afins... Nunca pensei que um país como o nosso que desbravou oceanos outrora se tenha tornado nisto: um país pobre de príncipios, valores, boa educação e o de respeito pelo próximo.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Poderá um fim de semana cheio de arrumação e muita louça lavada, ser bom?
Sim, este fim de semana foi óptimo.
Não me lembro da ultima vez que lavei tanta louça, mas nada é demais quando se trata de tornar ainda mais acolhedor aquele que já é o nosso ninho do amor.
E nada me dá mais prazer que estas pequenas simplicidades da vida, partilhadas com o dono do meu coração.
Adoro "brincar às casinhas" com o principe que escolhi para viver o resto da minha vida.
E sinto-me muito orgulhosa das nossas arrumações e organizações.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Sr. Primeiro Ministro
Há muito que pensava em dedicar-lhe uns minutinhos da minha escrita.
Não o merece de todo, mas eu sou assim, há coisas que não consigo calar.
Como se atreve a dizer que "cada português deve não sei quantos mil euros"?
Sr. Primeiro Ministro, eu não devo nada a ninguém!
Não vivo acima das minhas possibilidades! E dou-lhe um exemplo:
Não posso comprar um carro de alta cilindrada, então o meu primeiro carro foi um Volkswagen Jetta de 1990.
Diga isso a quem pediu empréstimos sobre empréstimo, mas não torne a repetir que "cada português deve não sei quantos mil euros?".
Não devo a ninguém, nem a nenhum banco, nem tão pouco ao governo que o senhor assumiu que ia dirigir.
Trabalho honestamente, e ganho pouco acima do salário mínimo.
Desconto mensalmente e aquando do IRS, por não ter filhos, nem despesas com saúde (graças a Deus), ainda vos pago um pouquinho mais.
Não acha que já chega?
Antes de cortar no salário do trabalhador honesto, olhe para si e para o seu governo.
São mesmo necessários tantos funcionários no Parlamento, que ultimamente pouco ou nada faz para viabilizar o nosso país?
Sei que não nos conhecemos, mas permita-me dizer-lhe que do pouco que mostram nas televisões sobre as vossas assembleias, nada tem a ver com a gestão de um país, parece uma turma qualquer, numa escola qualquer, com os desatinos normais das crianças, a chamarem nomes uns aos outros.
Serão precisos assim tantos carros à vossa disposição?
Não são, claro, mas com contractos de leasing a 20 anos (se não for mais) é complicado dizer agora que não são precisos não é?
Não votei no seu governo.
Mas faço parte do país que o senhor não gere e custa-me ver que a vossa prioridade não é o bem estar do país.
Custa-me ver que pede sacrifícios a tordo e a direito de boca cheia a este povo, mas nem se preocupa em dar o exemplo, quando qualquer líder que saiba ser líder, está ciente que dar o exemplo é fulcral.
Mas o problema é esse mesmo:
Este país está cheio de senhores que dizem que são chefes.
Mas do dizer que se é chefe, ao saber-se ser chefe, vai uma longa distância.
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