quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


Não sou, nem chego para todos.
Dou muito valor ao meu mundo.
Mundo esse cheio de surpresas, palavras soltas, cheiros, sabores e cores misturadas.
O meu mundo nem sempre tem o céu azul, mas nele cabem todos os sonhos do mundo.
Não é suficientemente grande para toda a gente.
Mas as pessoas que nele constam, não estão lá por acaso.
São as necessárias para ser feliz.

Para todos os Mr. Perfects que conheço...



...mais uma vez, nem tudo o que reluz é ouro, e essas mascáras onde tanto se querem esconder, um dia, mais cedo ou mais tarde, acabam sempre por cair.

Portanto, deixem-se lá da moralismos.

Sejam felizes como são.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Pole Dance

Acabei de comprar o meu primeiro work-shop de Pole Dance.
E confesso que estou a adorar a ideia de ir aprender umas coisas novas.
Dançar faz parte de mim, e juntar isso a uma envolvência mais sexy, erótica, quente e intimista, parece-me uma excelente combinação.
Depois conto como correu.

A sugestão de...

Ementa de hoje:

Chop suey de frango acompanhado de arroz basmati e mousse de manga para a sobremesa.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Vinde a mim...


...tachos e caçarolas, que ultimamente tenho redescoberto o prazer de cozinhar.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Conversas com os meus botões - continuação

Enquanto preparava o jantar (que está agora no forno) lembrei-me que também gostava de ser cozinheira. A ementa de hoje é: lombo de salmão embrulhado em papel de alumínio no forno, acompanhado de batatinhas gratinas e salada de alface ice-berg.
Ultimamente tenho cozinhado pouco, mas na verdade adoro cozinhar e partilhar o que cozinho com os outros.
Afinal também podemos fazer os outros felizes pela boca (salvo-seja).

E é a comida, que reune gente à volta de uma mesa, e o convivio entre os que se amam é fulcral, pelo que fica aqui mais um sonho meu, o de um dia ter um petit restaurant.

Conversas com os meus botões

Depois de mais um dia de trabalho, naquele sitio que é a minha segunda casa, onde de momento não estou feliz, e de uma ida ao super-mercado um tanto ou quanto atribulada, eis que chego a casa, e não está lá ninguém. Arrumei as compras e vim um bocadinho para o sofá. Acho que não o fazia há meses. Uma televisão, um computador, o sofá.... ah o sofá, tudo só para mim.
É engraçado morar com amigas e tal, mas estes momentos às vezes fazem-me mesmo falta, e nem sempre consigo estar sozinha em casa.
Acendi um cigarro e depois de ler o meu último post, e os comentários que lá me deixaram. aconteceu algo meio-psicadélico.

Uma de mim é o ontem, a outra é o hoje

Ontem: O que é amar para ti?
Hoje: Amar é querer fazer feliz os que nos rodeiam.
Ontem: E já pensaste que fazer feliz alguém, pode passar por ajudar o próximo?


PUFFFF

Voltei a realidade, e....... EUREKA!

A chave deste alivio mental e de encontro espírito-pessoal é a seguinte:

Se um dia puder mudar de trabalho, quero ir trabalhar para um sitio onde a minha dedicação, o meu esforço contribuam para a felicidade do próximo. Quero fazer algo mais humano, mais pessoal e intimista. Quero fazer algo em que se trabalhe para melhorar o mundo do outro.
Não sei me estou a fazer explicar bem.
Concretamente, confesso que não pensei em nenhuma profissão em particular, mas sei que este é o caminho que um dia gostava de poder seguir.
Marcar alguém, ainda que em nome de uma empresa qualquer.
De repente, penso em crianças. Sempre quis ter um infantário. Trabalhar com crianças, com amor. Sei que seria feliz. Trabalhar para causas humanitárias, acção social, algo que possa contribuir para melhorar a vida dos mais carenciados.
Todos nos queixamos, mas...
Há pessoas na rua, com frio, doentes, sem comida, com filhos, sem comida, sem um tecto, sem uma casa de banho (que para nós é uma coisa tão banal), vitimas de violência doméstica, sem nada, pessoas sós, com mil e um problemas... mas ainda assim nós queixamos-nos, e enquanto nos queixamos, nem nos passa pelo pensamento que estas pessoas existem, e tenho a certeza que se o tempo que já gastámos a queixarmos-nos, tivesse sido empregue para ajudar alguém que precisasse, havia umas quantas pessoas mais felizes agora.
Porque fazer o próximo feliz, me faz feliz.