segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Um outro truque...



... a SIMPLICIDADE.

Ter a consciência que a vida é curta demais para arranjar conflitos constantemente, para estarmos triste, para estarmos aborrecidos, para guardarmos remorsos.
Há que aceitar tudo o que nos surge no caminho, e encarar tudo como mais um degrau dos tanto que sá subimos. Desistir de resistir a espera inúteis, e saudar mais vezes o sol, ou a chuva.
Não alimentar discussões. Não insistir em dizer que temos razão quando alguém diz que não mesmo que essa pessoa não tenha razão. O importante é de facto é ter a consciência tranquila.

domingo, 20 de setembro de 2009

Recuso-me...

...a falar deste fim de semana. Não foi de todo mau mas teve partes que preferia não ter vivido. Ir ao Alentejo, mesmo que seja quase total sinónimo de grande confusão, faz sempre bem ao espirito e à mente.
Tenho a semana preparada: almoços, jantares, roupa passada, casa arrumada. É a minha última semana de trabalho, antes de mais um fim de semana na terra (espero que desta vez com um ambiente mais sereno). Vou aproveitar organizar mais umas coisinhas para trazer para Lisboa, e vou votar. E vou votar sempre em Evoramonte, mesmo para que vá morar para lá da China. Cada vez me apercebo mais que é o jornal de lá que gosto de ver, é lá que gosto de ir às compras, é lá que mais gozo me dá sair à noite, portanto é lá que também quero exprimir a minha opinião.
Depois disto regresso a Lisboa, na segunda-feira para ir renovar o BI, ou melhor, substitui-lo pelo CU ahaha. As 16 horas dessa mesma segunda-feira marquei uma massagem de pedras quentes para assim inaugurar as minhas férias! Porque é bom ser o ultimo a ir de férias!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Estou a atingir o meu limite...



Já estou farta e cansada da mesma conversa, das mesmas discussões, das mesmas exigencias... Se ao menos valessem a pena! Não sei se vais ler isto se não, mas sinceramente já me estou nas tintas para isso.
O tempo passa e nada muda. Ninguém disse que era fácil, mas há pessoas em situações piores que a nossa, mexem-se fazem pela vida, e fazem acontecer. Acho que tudo se trata de uma questão de vontade.
Hoje estou aqui para tudo, mas amanhã não sei.
Ninguém programa apaixonar-se, muito menos desapaixonar-se, mas quando estamos apaixonados por alguém que não reconhece esse amor, ou reconhece mas não tem consideração alguma por ele, o amor facilmente se transforma em ódio, e esse ódio permite dirigir o amor para uma outra pessoa. O tempo passa a correr. Eu noto isso e tu ainda o deves saber melhor que eu.
A angústia que prevalece na tua ausência, corrói-me, desgasta-me, apodrece-me a mim e a tudo aquilo de bom que depositei em ti. Tudo se consegue, é uma questão de atitude. E eu já não suporto mais esta situação. Tu não consegues entender isso, mas a verdade é que também és livre de entenderes o que quiseres assim como eu sou de não aceitar mais isto. Este fim de semana vai ser outro daqueles em que toda a gente me vai perguntar por ti, e eu já não vou pôr paninhos quentes por ti. Vou justificar a tua ausência com a verdade. Já não me preocupo com isso. Aliás já não me preocupo com nada. Mas que dói?... Dói, dói tanto...



P.S.: Já agora... se por acaso leres isto, faz o favor de não vires com cenas. Não me digas que não falo contigo e que despejo tudo aqui. Escrevo aqui isto agora, porque é preferivel despejar aqui as minhas fúrias, do que estar a gastar saliva contigo.

Não me importa que o mundo saiba, porque também pouco interessa se percebem. Só importa que saibas quem sou e o que significas em mim. E quando tudo parece fraquejar, eu apenas agredeço que estejas na minha Vida.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Como é que eu...

...arranjo dinheiro... tipo 100 € em pouco tempo sem recorrer a Cofidis e essas tretas?

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O amor é o truque!



Em conversa com o meu querido Joaquim na noite de quarta para quinta da varanda da minha irmã, chegámos à conclusão que o amor é o truque. Ou melhor, para mim a essência deste nosso precurso ao qual se dá o nome de vida, passa por depositar amor em todos e em tudo o que nos rodeia. É fazer tudo com gosto e fazer aquilo que se gosta. As pessoas esquecem-se que a capacidade de amar, é que nos torna diferentes dos restantes animais. E nos dias que hoje correm o amor, está esquecido, está perdido. As pessoas passam umas por cima das outras, porque não olham a meios para atingir os fins. Querem tudo, porque querem ser tudo, e porque acham que o importante, é ter uma casa moderna, milhões na conta, um carro topo de gama... Claro que todas as coisas que referi são uma ajuda, mas eu quando for velhinha e já não fizer mais nada se não relembrar o que fiz, vou preferir mil vezes ter amada e ter sido amada, e ter feito tudo com amor, do que ter um monte de objectos que quando eu deixar este mundo nem se quer os levo comigo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Bica



Há muito que não ia beber um copinho com a malta amiga a meio da semana. E soube-me tão bem!
Tudo começou ao sair de casa, passei pelo meu amigo Carlos, falhei-lhe e ele nem me reconheceu com o meu novo corte de cabelo ahah. Depois no metro, veio meter-se comigo aquele cego, que eu acho que não é cego, dos batuques. Não há vez nenhuma que ele esteja no mesmo metro que eu, que não venha embirrar comigo.
Depois ao chegar ao Camões enquanto esperava o Joaca, estava um sujeito, claramente maluco, a mandar garrafas de cerveja da estatueta e a fugir da policia a dizer: "Faz-me uma chupa deste tamanho!".
Entretanto chegou o doce Joaquim, que também passou por mim e não me reconheceu.
Fomos comprar uma caipirinha dupla ao "Vou ao Camões" e fomos para bica, ter com aniversariante e com a malta amiga dele. Entretanto juntaram-se outras duas amigas nossas, que na altura de me ir embora me acompanharam ao metro, onde estavam outros dois anormais a desligar as escadas rolantes. Odeio os otários que fazem essa porcaria! Qual é a necessidade?! Que raiva. Como podem ver tenho uma certa tendência para atrair gente maluca e anormal.

Mas tudo isto para vos dizer que foi uma noite especial por ter sido tão equilibrada. Saí da casa às 22.30 e cheguei à 1h. Fui e vim de metro, bebi, mas não em demasia, e hoje acordei a horas sem stress. Gosto de ver que já consigo conciliar quase tudo, e faço tudo com conta, peso e medida.

Hoje é dia de tomar conta das sobrinhas e de dormir com elas. E é também dia de despedida, do meu Joaquim que na sexta lá vai para Itália. Ontem despedi-me dele sabendo que hoje o tornava a ver, e senti dificuldade em parar de o abraçar. É como se uma parte de mim fosse para fora uns meses.