terça-feira, 21 de julho de 2009

SHIUUUU

Sim, é verdade que fumo canhões. E depois?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Fim de semana brutal!



Sexta-feira saí do escritório, dirigi-me à paragem de autocarro mais próxima e quase que me deu um "ámoque" quando vi que faltava ainda meia hora para o meu autocarro. Dei meia volta e voltei para trás para tentar um outro autocarro. Mas ao passar novamente pelo escritório resolvi ligar a um colega meu, para saber se ele queria ir beber um cafézinho lá a casa de forma a comemorar a chegada de mais uma sexta-feira.
Longe de mim pensar, que não íamos só beber café, mas ouvir músicas que não ouvia há milénios, jantar, passar algumas 5 horas no Plateau sempre a curtir (quase que a prestar uma homenagem ao Michael Jackson) e acabar no "grego" mesmo ao lado de um incêndio na Almirante Reis.

Já não tinha uma noite assim há muito tempo. Ri-me com tanta vontade. Dancei sentindo o sangue a borbulhar-me nas veias. Cantei, como se fosse a melhor cantora do mundo. Senti-me tão bem que às vezes até tinha vontade de chorar, de tão emocionada que estava.
Andava para aí desde Janeiro a dizer: "Nunca mais saí à noite a sério"; "Este fim de semana é que é"; "deste não passa"; "porra ainda não foi desta"; "este fim de semana tenho de ir fazer não sei o quê não dá".
E nesta sexta-feira, sem nada combinado, sem planos nenhums, pumba! Uma noite 5 estrelas!
Com duas pessoas 5 estrelas! Uma quase minha irmã por morarmos juntas, por partilharmos tudo, casa, comidas, a rotina do dia a dia, e muito mais. E o outro, colega quase irmão por com ele conseguir falar de tudo (ou quase tudo xD), tal como falo com a minha irmã Joana.

Na sexta percebi que isto de me isolar quando estou menos bem não me leva a lado nenhum. Muito pelo contrário. Fico sozinha com os problemas e pensamentos negativos e só me faz pior.
Percebi que posso partilhar a vida com mais alguém, mas que não a posso partilhar só com uma pessoa.
Percebi que vivo de afectos, de emoções, de ligações genuínas, que adoro os meus amigos (poucos, mas tão bons). É isso que me enche o peito. Um sorriso, uma gargalhada e mais uma pirueta a cantar "Like a Virgin"... Isso sim.
E não foste só tu que te despiste de preconceitos mas nós também. Mas falo só de mim agora. O verdadeiro Pato, saiu à rua na sexta-feira. Cantou pimba, disse as maiores parvoíces, dançou à maneira dele e pronto.

Obrigada aos dois. Eu estava tão contente que só tinha vontade de vos abraçar e encher-vos de beijinhos :).

Próximo fim-de-semana como é? ahaha

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Brincar aos que vivem bem :)

Ontem foi dia de brincar aos que vivem bem.

Saí do trabalho fui comprar os óculos que há tanto preciso. Que negócio do caraças! Uns óculos graduados que me devia custar 332 € custaram-me uns meros 82€ graças a maravilhosa companhia de seguros Allianz.

Depois, de tratar de tudo isso, fui a casa tomar um grande duche e segui rumo ao Bairro Alto, onde jantei no melhor restaurante italiano do mundo: Mamma Rosa! Com um ambiente muito acolhedor, cheio de velinhas, com pequenas mesas cobertas com toalhas aos quadradinhos vermelhos e brancos, com o menú delicioso e uma carta de vinhos fantástica, é desde há muito o meu restaurante favorito na capital.

Dali subi mais um bocadinho até ao Pavilhão Chinês. Nunca lá tinha ido, e fiquei de boca aberta com a decoração do espaço. Quero lá voltar, mas mais cedo, de maneira a poder ver tudo com mais calma. Bebi um chá todo Xpto, de laranja, canela e outra coisa qualquer que não me lembro.



E assim se brinca, por uma noite, aos que vivem bem :).

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Hoje de manhã


Acordei cedo, depois de 12 horas seguidas a dormir, envolta no teu mimo. Tu ainda dormias, mas como sempre abraçado a mim.
O quarto cheirava a Verão e a cama tinha a temperatura ideal. Sobre mim, apenas o lençol o que aumentou a preguiça.
Como ainda tinha tempo fiquei a contemplar-te. Centímetro quadrado por centímetro quadrado.
A tua pele (estás cada vez mais bronzeado), o teu cabelo, as tuas mãos, a respiração ritmada própria de quem está a dormir um sono profundo.
Acordei um bocadinho mais apaixonada por ti que ontem.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Melhor que ele....


..só mesmo chocolate :).
Se há homem na televisão que me tira do sério com o seu charme é este senhor. Uf...

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Ele há com cada uma...


"Você é um anjinho."

Vindo do estafeta da MRW.
E o que é que uma pessoa faz depois de uma cena desta se não desatar a rir-se na cara do pobre rapaz?

Um problema nunca vem só

Já bastava teres saído uma vez mais cá de casa de trombas comigo quando afinal tu é que és a causa do problema por seres um comodista, um zé-ninguem à procura de sabe-se lá o quê, à espera que eu corra atrás de ti para sempre acreditanto que vais mudar, e que vais resolver tua vida.
Coitadito... Estás TÃO enganado!

Foi então que recebi a visita dum anjo, que me falou dum amigo meu.

Dum amigo, muito especial.
Dum amigo que eu achava que já tinha esquecido.
Dum amigo que eu julgava que já me tinha esquecido.
Mas esse amigo continua lá.



E a nossa magia não morreu. Muito pelo contrário, transformou-se num vulcão que eu achava que estava extinto e afinal, depois de ter ameceado há dois fins de semana que voltava, hoje entrou em actividade.
E hoje passados dois anos senti que esse tal vulcão ainda tem muito para expelir.
E de repente vejo-me entre o medo de magoar e o desejo de ser feliz.
E de repente vejo-me entre uma relação super complexa, em que não sei até que pode estás disposto a lutar por nós e entre o meu Mago Louro com alma de surfista, que me prometeu, olhos nos olhos, que a nossa história não acabou ali. E hoje senti pela primeira vez essas reticências.
Comecei a senti-las há dois fins de semana atrás. Mas acordei logo, acreditanto que tudo era fruto da minha fértil imaginação.
Mas aquela noite, marcou-nos aos dois, sem nos termos tocado, sem nos termos abraçado. E que vontade tive de a certa altura lhe pedir um abraço. Um só abraço.
Nessa noite uma tranquilidade inexplicável invadiu-me o peito e senti-me segura como nunca, talvez por te saber à distância de um corredor.
Envolveste-me na tua doce magia, falaste-me como quem beija. E ao olhar-te nos olhos, enquanto discretamente me mostravas o caminho, sentia o teu corpo no meu. Senti o teu cheiro. Que em nada mudou desde aquele noite em que me senti amada e desejada como nunca.
Em que pensei "és tu quem eu quero", "é isto que eu quero".
E lembrei-me de todas as vezes em que te imaginei de manhã levares o meu pequeno almoço à cama.
E lembrei dos jantares que imaginei.
E lembrei-me dos dias passados na praia que tanto desejei.
E lembrei-me de me teres dito num jantar sabe-se lá onde, sabe-se lá com quem: "Miúda tu não páras. Um dia ainda te levo comigo para casa." E lembrei-me de ter pensado: "Não o digas duas vezes."
E lembrei daquele ser que desejei ter gerado contigo.
E lembrei-me quando naquel quente dia de Agosto, enquanto carregava um gigante bolo de aniversário, ter visto o teu principe, e ter entrado em pânico por saber que estavas ali e esse pânico ainda se tornou mais profundo quando de repente ouço atrás de mim: "Já tinha perguntado ao Reguila por ti." Foi um milagre a minha sobrinha não ter ficado sem bolo.
E lembrei-me do gozo que o encanto que despertas em mim me dá.
E senti todos os castelos no ar a ganharem forma de novo. E senti que não foi por acaso que o destino nos cruzou. E senti que não foi por acaso que o destino (ou simplesmente a minha inocência) nos separou.
Acredito que nos separámos para que o destino nos desse um reencontro feliz. E não falta assim tanto para esse reencontro, para esse reacender da nossa história.
Tenho medo de mais uma vez estar a acreditar num sonho.
Tenho medo que tudo isto seja verdade e que a outra pessoa sofra. A última coisa que queria era magoá-la que por muitos defeitos que tenha, gosta de mim e eu dele, e só o quero ver feliz.
Tenho medo que leias isto e me digas que isto tudo é mentira.
Mas do que tenho mesmo medo é que isto de facto seja verdade e que tu leias isto e me confirmes essa verdade em que tanto acredito, essa verdade que puxa devagarinho um breve sorriso, essa verdade que pode ser a nossa felicidade.


"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise…
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história…
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma…
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida…
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos…
É saber falar de si mesmo…
É ter coragem para ouvir um "não"…
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta…
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa